6 de maio de 2014

Dinheiro, Dízimo, Deus, Igreja e o Crente.



Você já parou para pensar que o dinheiro é um assunto que mexe com todos nós? Temos tantas coisas para comprar, para vender, para consumir, para investir. O dinheiro é assunto da agenda diária da família. Sobre ele conversamos, discutimos, discordamos e até brigamos. Brigamos porque temos pouco, brigamos porque temos muito. Brigamos porque queremos mais, brigamos porque não queremos ter menos. Por ele alguns casam e outros se separam. Por ele alguns vivem e por ele alguns morrem. Enfim, o dinheiro está impregnado em boa parte da história humana, tornando-se personagem principal e não mais coadjuvante. Poderíamos dizer que o dinheiro é o maior ídolo de nossa época, numa sociedade materialista, consumista, utilitarista, mercantilista, o dinheiro sempre está em evidência. Mas o que isto tem haver com um cristão?

 Certa vez ouvi de um pregador que a última parte do homem que se converte é o bolso, com o passar dos anos começo a acreditar. Queremos uma boa família, uma boa saúde, uma boa casa, um bom trabalho, um bom salário, um bom carro, um bom ministério, queremos que Deus nos dê tudo, mas não somos capazes de dar nem 10 % de retribuição a Ele. Deus nos dá o melhor, mas somos incapazes de fazer o mesmo. O próprio Senhor registra através da pena de Malaquias (3.8) as seguintes palavras: Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas”.  Este texto com certeza não é muito agradável, devido seu teor confrontador. Apresentando um Deus categórico em chamar de ladrão os que sonegam os dízimos e ofertas. Partindo deste pressuposto, temos muitos ladrões em nossas igrejas. Ladrões que ensinam, ladrões que pregam, ladrões que pastoreiam, ladrões para lá e para cá, por pecarem na sonegação do dízimo.

No entanto, o dinheiro não é ruim como alguns afirmam. Mas o amor ao dinheiro é (I Tm 6:10). Deus, todavia, deseja que sejamos prósperos e abundantes (Is 1.19) e a falha neste ciclo de bênção se localiza em nós mesmos. Quando negligenciamos em dar, estamos fechando a porta do receber. Precisamos respeitar a lei da semeadura que é tanto física como espiritual.

Mas ainda que você esteja nesta situação no momento, há tempo de uma mudança de conduta. Com o propósito de mudar esta realidade, gostaria de pontuar alguns benefícios para os que fidelizam sua vida através do dízimo:

1.  O dizimista pode fazer prova com Deus (Ml 3.10);
2.  O dizimista tem as janelas do céu abertas (Ml 3.10);
3.  O dizimista recebe em abundância (Ml 3.10);
4.  O dizimista não é assolado pelo devorador (Ml 3.11);
5.  O dizimista não vê seus frutos destruídos (Ml 3.11);
6.  O dizimista não é estéril (ML 3.11);
7.  O dizimista é bem visto pelos outros (Ml 3.12);
8.  O dizimista é suprido em tudo (Ml 3.12);
9.  O dizimista vive na expectativa de ser surpreendido positivamente por Deus a qualquer momento (Sl 35.27);
10.        O dizimista não é chamado de ladrão (Ml 3.10).


Por estas e outras tantas verdades que pela exigüidade do tempo não poderemos pontuar, desejo desafiar você a se tornar um dizimista. Faça uma experiência, semeie no reino de Deus, obedeça a Palavra do Senhor e sua colheita será sem dúvidas, recalcada, sacudida e transbordante.  

A todos uma ótima colheita!

Ivan Tadeu Panicio Junior
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